Por Adriano Borges¹
Hoje (29), voltando da universidade, vinha caminhando tranquilamente pela Avenida Pedro Miranda, passei em frente a um prédio residencial e quando ia adentrando a Aldeia Cabana (Aldeia Amazônica), vi dois jovenzinhos em uma bicicleta.
Como eu enxergo muito mal, atravessei a rua, pois temos um ditado por aqui, que quando “você vê dois homens em uma bicicleta, esconda-se!”, então fui ao outro lado.
Eles me seguiram.
Fiz menção de atravessa a pista e eles me olharam e perceberam que percebi que poderiam tentar alguma ação. Percebi que se tratava de dois menores de idade, aparentando ter de 11 a 14 anos. Como eles me seguiram, suspeitei e comprovei, pois eles pediram meus pertencem.
Como eles estavam a cerca de 15 metros de distância, corri e me refugiei em um bar próximo dali. Foi então que eles voltaram.
Liguei para a policia, mas ninguém apareceu, pelo menos na meia hora que esperei.
Cansei de esperar, peguei um moto-táxi e fui para minha casa.
Analisando esse fato, contatei que se tratava de crianças praticamente.
Mas o que leva os jovens a entrar tão cedo no crime?
Responda-me sociedade! A culpa é sua.
- Falta educação.
- Há desigualdade na distribuição de renda.
Mas a educação que falta não é só dessas “crianças”, ou dos pais delas. Falta educação para todos nós. Somos mal-educados, não só em termos acadêmicos, mas principalmente politicamente.
Mas hoje vou apelar para educação acadêmica ou pelo menos para a "educação fática".
Hoje também vi outro caso, na escola em que trabalho.
Um aluno, após ser chamado atenção, grosseiramente, pela vice-diretora da escola, jogou o boné na cara dela.
É preciso saber lidar com as pessoas. Se você as trata como bichos, bichos elas serão. Mas se você as tratar como pessoas, pessoas elas serão.
Falo da educação do dia-a-dia, aquela que praticamos quando damos “bom dia”. Não aquele “bom” fático, mas aquele sincero, que a outra pessoa sente a nossa presença e sinceridade (mas se você não conseguir o segundo, dê pelo menos o primeiro, dê o fático pelo menos).
Aquela educação da moral, da ética.
Acredite! Está faltando essa educação.
Vamos começar por aí. Vamos?
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Hoje (29), voltando da universidade, vinha caminhando tranquilamente pela Avenida Pedro Miranda, passei em frente a um prédio residencial e quando ia adentrando a Aldeia Cabana (Aldeia Amazônica), vi dois jovenzinhos em uma bicicleta.
Como eu enxergo muito mal, atravessei a rua, pois temos um ditado por aqui, que quando “você vê dois homens em uma bicicleta, esconda-se!”, então fui ao outro lado.
Eles me seguiram.
Fiz menção de atravessa a pista e eles me olharam e perceberam que percebi que poderiam tentar alguma ação. Percebi que se tratava de dois menores de idade, aparentando ter de 11 a 14 anos. Como eles me seguiram, suspeitei e comprovei, pois eles pediram meus pertencem.
Como eles estavam a cerca de 15 metros de distância, corri e me refugiei em um bar próximo dali. Foi então que eles voltaram.
Liguei para a policia, mas ninguém apareceu, pelo menos na meia hora que esperei.
Cansei de esperar, peguei um moto-táxi e fui para minha casa.
Analisando esse fato, contatei que se tratava de crianças praticamente.
Mas o que leva os jovens a entrar tão cedo no crime?
Responda-me sociedade! A culpa é sua.
- Falta educação.
- Há desigualdade na distribuição de renda.
Mas a educação que falta não é só dessas “crianças”, ou dos pais delas. Falta educação para todos nós. Somos mal-educados, não só em termos acadêmicos, mas principalmente politicamente.
Mas hoje vou apelar para educação acadêmica ou pelo menos para a "educação fática".
Hoje também vi outro caso, na escola em que trabalho.
Um aluno, após ser chamado atenção, grosseiramente, pela vice-diretora da escola, jogou o boné na cara dela.
É preciso saber lidar com as pessoas. Se você as trata como bichos, bichos elas serão. Mas se você as tratar como pessoas, pessoas elas serão.
Falo da educação do dia-a-dia, aquela que praticamos quando damos “bom dia”. Não aquele “bom” fático, mas aquele sincero, que a outra pessoa sente a nossa presença e sinceridade (mas se você não conseguir o segundo, dê pelo menos o primeiro, dê o fático pelo menos).
Aquela educação da moral, da ética.
Acredite! Está faltando essa educação.
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¹ Acadêmico do Curso de Licenciatura Plena em Geografia do Instituto Federal do Pará.
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