segunda-feira, 24 de julho de 2017

Prepare-se, pois para escrever esta postagem não foi nada fácil.

Depois de tantos políticos envolvidos em casos de corrupção, ficou meio difícil escrever algo sobre política, pois esta tornou-se sinônimo de corrupção, devassidão e outros adjetivos negativos.

Vamos combinar que sempre foi assim no Brasil, as pessoas roubam, mas se ninguém viu, fica tudo bem. Era o que acontecia antes do instituto da Delação Premiada.

Muita coisa foi revelada e vem mais por aí e esta postagem pode não servir de nada, pois sem existirá caixa 1 camuflando propina e acertos por fora das doações oficias, o chamado caixa 2. Mas vamos lá.

Bem, falarei um pouco de Lula (PT), Dória (PSDB), Alckmin (PSDB), Aécio Neves (PSDB), Bolsonaro (PSC) e Rodrigo Maia (DEM). Vou colocar em bloco os caciques do PSDB, pois só pode um candidato por legenda (rsrsrs).

Lula (PT) e o Lulismo
É inegável que se Lula não se tornar inelegível pela justiça brasileira ele será candidato. Isso foi declaro por ele próprio e um pronunciamento (IstoÉ, Gazeta, G1, Carta Capital, 05/2017). Ele foi condenado pelo juiz Sérgio Moro em um processo sobre recebimento de propina em formato de apartamento, o conhecido triplex do Guarujá.

Lula ainda responde outra ações na justiça.

Tudo isso contra ele, mas nas pesquisa sobre as eleições 2018, Lula aparece em 1º lugar nas preferência de voto (Ibope, 04/2017).

Lula — 47%
Marina Silva — 33%
José Serra — 25%
Joaquim Barbosa — 24%
Geraldo Alckmin — 22%
Aécio Neves — 22%
Ciro Gomes — 18%
Jair Bolsonaro — 17%
João Doria Jr. — 16%

Isso tudo por causa do chamado Lulismo. O termo "lulismo" foi cunhado em artigos e em tese de livre-docência do cientista político André Singer, que também foi porta-voz de Lula na presidência, de 2002 a 2007.

Nascido durante a campanha presidencial de 2002, o lulismo representou o afastamento em relação a componentes importantes do programa de esquerda adotado pelo Partido dos Trabalhadores até o final de 2001 e o abandono das ideias de organização e mobilização. "Como o lulismo é um modelo de mudança dentro da ordem, até com um reforço da ordem, ele não é e não pode ser mobilizador. Isso faz com que o conflito não tenha uma expressão política partidária, eleitoral, institucional", diz Singer.

Assim, o lulismo buscou um caminho de conciliação, a partir do carisma de Lula, com amplos setores conservadores brasileiros. E é sob o signo da contradiçãoque o lulismo se constitui como um grande pacto social conservador, que combina a manutenção da política econômica do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) com fortes políticas distributivistas sob o governo Lula (2002-2010).

Conduzido sob a égide da conciliação, o lulismo representa um "apaziguamento dos conflitos sociais, dos quais a burguesia sempre tem muito medo, sobretudo num país de grande desigualdade como é o caso do Brasil", pois vislumbra uma "agenda da redução da pobreza e da desigualdade, mas sob a égide de um reformismo fraco". Esse modelo de mudança social se explica como uma "variante conservadora de modernização", em que o Estado tem um "papel proeminente na alavancagem dos mais pobres", ao mesmo tempo em que garante que os problemas estruturais sociais brasileiros não serão tocados, ou seja, sem entrar em conflito com setores conservadores das elites rurais e urbanas ligados aos interesses financeiros.

Por essas características, o lulismo "confeccionou nova via ideológica, com a união de bandeiras que não pareciam combinar" (continuidade do governo Lula com o governo FHC na política macroeconômica baseada em três pilares: metas de inflação, câmbio flutuante e superávit primário nas contas públicas).

Outra característica que diferencia o lulismo de um movimento político genuíno, que represente um pensamento político, é o fato de que o lulismo não tem bandeira partidária. Ao contrário disso, o lulismo se sobrepõe aos partidos políticos, inclusive ao próprio Partido dos Trabalhadores, fundado por Lula. Por fim, embora tenha sido ancorado no carisma de Lula, o lulismo difere de outros movimentos ocorridos em torno de líderes políticos, como o peronismo na Argentina, pois não se formou uma base de culto à personalidade do então presidente brasileiro por forças políticas e populares (Definição trazido da Wikipédia, 07/2017, eu tava com preguiça de fazer uma definição própria).

Enfim, Lula será candidato se não for impedido.

O PSDB e a Direta Brasileira.
Os caciques do PSDB: Dória, Alckmin e Aécio Neves brigariam para serem candidato, quisera o destino, ou uma gravação telefônica ter tira Aécio Neves da disputa. O Senador da República chegou a ser afastado do mandato pelo Suprema Corte Brasileira (Globo, Agência Brasil, Folha, 05/2017), mas reassumiu o mandato após o ministro Marco Aurélio Mello autorizar ele a voltar (UOL, 07/2017).

O fato é que sua imagem ficou manchada pelo fato e isso o tirou do jogo.

Já Dória concorreria nas prévias do PSDB pela candidatura à presidência, mas disse que não iria fazer isso caso Alckmin quisesse ser candidato, que iria ser leal (Folha, 07/2017). Logo resto-nos Alckmin.

Geraldo Alckmin é atualmente governador do Estado de São Paulo e administra um orçamento astronômico para um Estado Federado (R$ 206 bilhões conforme Agência Brasil, 12/2016). Ele já foi Deputado Federal (1988), Vice-governador (1991-1994) e Governador de São Paulo por 4 vezes (Os paulistas gostam dele, rsrs).

É representante da direita Brasileira e tem em seu programa de Governo a política Neoliberal, o enxugamento do Estado, ou Estado mínimo, onde a maioria dos serviços ficam com a iniciativa privada e a livre concorrência, mas também entende que o Social é importante, pois em seu Governo deu continuidade ao programa Bom Prato e a programas como: Ação Jovem, Programa Acessa São Paulo e Moradia Popular.

O PSDB tem perdido mais espaço na política brasileira por apoiar o atual governo do Presidente Michel Temer, com 4 ministérios e de não definir uma posição clara, se comportando como Partido de Centro.

Bolsonaro (PSC) e seu Nacionalismo

Falta tecer comentários mais tarde, cansei (rsrsrs.)

Rodrigo Maia (DEM) e a Política de Centro

Falta tecer comentários mais tarde, cansei (rsrsrs.)

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